o amanhã que nunca chegou

três anos depois, escrevo uma sequência à minha primeira postagem desse blog.
e depois de tudo isso em tempo, quanta coisa mudou. 2015 dava voz a um eu extremamente inseguro, mas curioso e festeiro, em busca de descobertas. talvez de um cara que o fizesse bem e o inspirasse. mal sabia eu que o meado do ano me reservaria a descoberta do amor da minha vida. eu o conheci como amigo de amigos e nunca pensei que ele fosse me dar bola pois não me achava bonito e interessante o suficiente (como sempre).
mas aconteceu, a gente completa 3 anos em outubro e eu não poderia pensar numa forma de viver sem ele.
eu também me descobri como pessoa. e não posso dizer isso assim, dessa forma, tão definitiva. a forma certa seria "descobrindo" porque acredito que isso é uma tarefa diária e, a cada semestre, eu posso notar as diferenças.
será que estou evoluindo? o que é a evolução? será que alguém algum dia evolui completamente?
eu já acho que a gente muda pro bem em algumas coisas mas acabamos nos esquecendo de outras e vice-versa, em todas as fases da nossa vida.
enfim, espero não demorar outros três anos pra dar voz a esse blog que sei que ninguém lera. pois ninguém mais usa blogger e eu farei questão de não divulgar pra ninguém. mas me sinto bem e estar escrevendo pra ninguém.
como um grande diário virtual que, depois de três anos, nunca imaginaria que se tornaria um artigo retrô, isso me faz sentir velho as vezes.
e, by the way, agora eu tenho 20 anos.

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